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segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Tabela de gerenciamento de tempo

A interdisciplina de Seminário Integrador V propôs cofeccionarmos uma tabela na qual explicitaríamos as atividades realizadas diariamento em nosso cotidiano, assim como o tempo destinado a cada uma delas.
Ao realizar esta atividade me chamou atenção de como minha vida esta voltada para o trabalho ou estudos e como delego pouco tempo para lazer ou família, ou pelo menos muito menos tempo do que eu imaginava delegar.
Temporariamente não encontro outra forma de gerenciar minhas atividades cotidianas, apesar de que gostaria de ter mais tempo em minha vida para diversão.
No link a seguir você poderá visualizar a minha Tabela de gerenciamento de tempo.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

LINHA DO TEMPO - TICS

AO REALIZAR A CONSTRUÇÃO DA MINHA LINHA DE TEMPO RELACIONANDO COM O TEXTO TIVE MUITA DIFICULDADE, INICIALMENTE, PARA ENTENDER COMO FAZÊ-LA, POIS NUNCA HAVIA TRABALHADO COM ESTE PROGRAMA.
QUANDO ENTENDI O FUNCIONAMENTO, ACHEI MUITO PRÁTICO, RÁPIDO E DIVERTIDO.
GOSTEI DA ATIVIDADE. É BOM PESQUISAR E RELEMBRAR FATOS QUE VIVEMOS. TAMBÉM FOI BOM OBSERVAR FATOS VIVIDOS POR OUTROS COLEGAS NO MESMO PERÍODO, ANALIZANDO SEMELHANÇAS E DIFRENÇAS.
GOSTEI DE APRENDER ESTA NOVA TECNOLOGIA E VOU UTILIZÁ-LA COM MEUS ALUNOS.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Tempo e espaço:me reconheço e conheço o outro

O aluno precisa se reconhecer como único, com sua história e seu tempo, porém precisa ter consciência de que existem outras histórias e outros tempos, nem mais nem menos importantes, apenas diferentes. O conhecimento das diferenças, o estudo dos demais grupos sociais é que permitirão ao educando mensurar a necessidade de sua inferência na realidade atual, e que fará com que levem estes questionamentos para fora da escola.
Ao entrar para a escola, as noções de tempo trazidas pela criança estão ligadas à suas experiências concretas de seu cotidiano. Tais experiências são o ponto de partida fundamental para a construção e aquisição de novos conhecimentos. Daí a importância de trabalharmos EU, FAMÍLIA, BAIRRO, MUNICÍPIO, ESTADO, para que primeiramente o aluno se localize no seu tempo e espaço.

Mapas

Adorei a sugestão de atividade!
Acredito que os alunos iriam adorar realizar atividades com mapas como este (
veja link).
Infelizmente na escola onde trabalho ainda não possuímos acesso à Internet, porém acredito que podemos iniciar os trabalhos com mapas partindo de maquetes de ambientes conhecidos, para posteriormente introduzirmos a visão em perspectiva dos mapas.

Aprendendo Estudos Sociais

É primordial que no currículo de Estudos Sociais se estabeleça relações entre identidades individuais, sociais e coletivas. Fazer com a criança se envolva que os alunos se descubram como sujeitos, que têm nome, que têm uma história e que ocupam um espaço. A família estabelece as primeiras relações sociais e ensina comportamentos básicos. Na vivência dos costumes familiares, na escola e nas pequenas comunidades, a criança vai assimilando hábitos e valores e, ao mesmo tempo, estabelecendo relações sociais.
É aprendendo sobre o grupo em que vive e a sua origem, que a criança passará a compreender a sociedade em geral. A criança tem sua entrada no mundo, através da convivência em grupo. O grande objetivo de Estudos Sociais no currículo escolar é a construção da noção de vida em sociedade.
Parecem-me evidente que no ensino dos Estudos Sociais que conheci em minha prática, até o momento, evidenciaram as datas cívicas comemorativas, os vultos históricos e, tudo isso sem qualquer preocupação de ligação com a realidade dos alunos e o seu contexto social. Não se percebe a possibilidade da transversalidade entras aprendizagens. Com isso perde o professor, que dá aulas “vazias”, e perde o aluno que não consegue estabelecer relação entre as aprendizagens escolares e a sua realidade, e por último, perdemos todos a oportunidade de exercitarmos a cidadania e nos percebermos como cidadão desde os bancos escolares.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

O diagnóstico na inclusão

Quando nos deparamos com o aluno incluso na sala de aula possuúmos a necessidade de identificá-lo, nomeá-lo como Down, Visual, Auditivo, etc. Mas, e quando a deficiência não está na cara? Chamamos a família, encaminhamos para um especialista pois precisamos de um diagnóstico que nos diga o que tem aquele aluno. É claro que o diagnóstico nos dá um rumo, um "norte", mas não o considero o mais importante no trabalho com o aluno dentro de sala de aula. "Muitas vezes nos preocupamos com a nomeclatura, com os termos científicos atribuídos ao sujeito e não nos detemos no mais relevante: o aluno e o que ele nos mopstra sobre si." (Marli Terezinha Marmin)
As vezes o aluno reage em sala de aula muito diferente daquele comportamento padrão do diagnóstico. Precisamos acreditar, efetivamente, que TODOS possuem a capacidade de aprender. Existem diferenças e limitações em todos os seres e precisamos respeitá-las, não aceitá-las como justificativa para a desistência.
É importante valorizar as habilidades, o progresso do aluno e saber das suas limitações e buscar possibilidades.
Fonte: Novo Hamburgo. Prefeitura Municipal. Jornada da infância e adolescência,1a. Novo Hamburgo: 2006.

A informática no espaço escolar

Hoje já não se questiona mais a importância da informática dentro da escola. Ela é um fato. A questão é como utilizá-la? Utilizá-la para efetuar joguinhos de escolha aleatória, sem qualquer critério é o mesmo que fazer mão de tabuleiros, quebra-cabeças, cartas, etc. A informática precisa contribuir para propiciar a transdiciplinariedade no ambiente escolar e estar incluído no dia-a-dia do mesmo, visto que estimula a pesquisa, o conhecimento, e a troca de informações. É uma " estratégia cognitiva de aprendizagem".